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Veja o problema na loja antes que o sell-out caia
Uma nota por visita, calculada das fotos, forma a linha do tempo de cada loja, promotor e rede. O sinal aparece na primeira visita em queda, não quando o sell-out já caiu.
Por Patrick Metzner Morais, fundador da pdv scan · · 3 min de leitura
Quando o sell-out de uma loja cai, o problema que causou a queda já estava na gôndola antes: um produto em ruptura, um preço fora da faixa, frentes perdidas para outra marca. O relatório de vendas mostra o efeito, depois. As fotos que os promotores tiram em cada visita mostram a causa, no dia.
Uma nota para cada visita
A PDV Scan lê as fotos de cada visita e calcula uma nota. Quem decide o que entra na nota é você: os componentes, o peso de cada um e as metas.
| Componente | O que mede |
|---|---|
| Ruptura | Produtos do mix da loja ausentes na visita |
| Preço | Preços lidos dentro da faixa de cada produto |
| Frentes por produto | Produtos com o mínimo de frentes |
| Frentes totais | O total de frentes da marca na gôndola |
| Share de gôndola | A participação da marca nas frentes ou no espaço da gôndola |
| Blocagem | Produtos e linhas agrupados na gôndola como pede o planograma |
As notas formam a linha do tempo de cada loja
Uma nota sozinha diz como estava a gôndola naquele dia. Uma sequência de notas diz para onde a loja está indo. No BI da PDV Scan, as notas formam a linha do tempo de cada loja, promotor e rede, com filtros por agência e por região, e com as fotos de cada visita.

O sinal vem na primeira visita em queda
O caminho do problema até o alerta tem três passos:
- cada visita recebe uma nota, calculada das fotos;
- as notas formam a linha do tempo de cada loja, promotor e rede;
- o sinal aparece na primeira visita com a nota em queda, não quando o sell-out já caiu.
Com o sinal na mão, você intervém na loja enquanto o problema ainda é uma ruptura ou um preço errado na gôndola.
Lado a lado com o seu sell-out
As notas podem ser cruzadas com dados que você já tem, como o sell-out por loja e por período. Um exemplo: a nota das visitas de cada promotor ao lado do sell-out das lojas que ele atende.
O que a leitura de cada foto entrega
Cada foto de gôndola vira dados:
- presença e ruptura de cada produto;
- frentes por produto;
- aderência ao mix da loja;
- share de gôndola, pela contagem de frentes ou pelo espaço ocupado (os produtos das outras marcas também são detectados, então o share sai da mesma foto, prateleira por prateleira);
- preço lido comparado à faixa de preço de cada produto;
- altura do produto na prateleira.
Tudo o que a leitura das fotos gera pode virar indicador no BI, com os mesmos filtros por loja, promotor, rede e região.

Fotos que um modelo consegue ler
Tudo isso depende de fotos que um modelo consiga ler. A regra é simples: se uma pessoa não identifica o produto ou o preço na foto, o modelo também não. Uma boa foto de gôndola é:
- tirada de frente para a gôndola, com o celular reto;
- nítida, com as etiquetas de preço legíveis.
O que mais atrapalha é a inclinação, e ela tem duas causas comuns: o celular torto e a foto tirada ao longo do corredor.



Acima de 20° de inclinação
Produtos e preços continuam sendo lidos, porém com precisão menor. A posição na gôndola e o share deixam de estar disponíveis.
Quer ver a linha do tempo das suas lojas?
Mostramos o BI e como cada nota sai das fotos que os seus promotores já tiram nas visitas.
